MENTORIAS
WOW IPANEMA 2021










Glauce Santos
@atelieobatalanila
@glaucepatriciA


Glauce Santos é artista visual, curadora independente, professora e pesquisadora. Tem interesse por arte afro-brasileira, gravura africana e afro-brasileira, artistas de terreiro, processos artísticos decoloniais. É
Mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA, Brasil, 2021), onde foi bolsista da CAPES. É especialista em Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Escola pela Universidade Federal do Pará (UFPA, Brasil, 2016). É técnica em Cenografia pela Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará (ETDUFPA, 2007). É graduada: Licenciatura Plena em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Pará (UFPA, Brasil, 2004). Integrou a equipe de curadoria do projeto-mostra “Nós de Aruanda-Artistas de Terreiro” (Belém-PA, 2015, 2016, 2017-I, 2017-II, 2019) e outras mostras coletivas e individuais. É sócia-fundadora do ateliê Obatalá Nilá, onde é gestora de projetos artísticos e culturais. Suas obras estão em acervos de instituições públicas e coleções particulares em Belém
e outras cidades brasileiras.







Juliana Flores
@publica.art
@jujuflores


Juliana Flores, 35, é formada em jornalismo pela PUC Minas. Foi coordenadora editorial e gestora de projetos literários da editora Aletria por 10 anos. É uma das idealizadoras e produtora executiva do CURA – Circuito Urbano de Arte, um dos principais festivais de arte do Brasil que já conta com 5 edições em Belo Horizonte/MG e pintou 14 prédios que podem ser vistos da rua Sapucaí, primeiro mirante de arte urbana do mundo. Juliana também é sócia-fundadora e curadora da Pública Agência de Arte, 1ª de Minas especializada em projetos de arte pública. Paralelamente administra a carreira do pintor mineiro e seu marido Thiago Mazza. É mãe do José de 3 anos, da Rita de 6 meses e do Francisco, seu 1º filho, que já virou anjinho.










Kassia Borges
@kassiaborgess


Kássia Borges da etnia Karajá ( Iny) é artista plástica, curadora e professora. Possui graduação em Educação artística - Artes Plásticas pela UFU, (1987), mestrado em Artes Visuais na área de poéticas visuais UFRGS. (2003), com o título; Origem: um princípio a fundar; e Doutorado em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade no Amazonas pela UFAM (AM) com a tese: As mulheres ceramista do Mocambo: a arte de viver de artefatos ambientais. Pesquisa principalmente origem, Feminino e ancestralidade nas áreas: cerâmica, fotografia, desenho, instalação, meios mistos, escultura e vídeo. Hoje é Professora de tridimensional e cerâmica na Universidade Federal de Uberlândia MG. Em 2007, de maio a outubro, fez duas residências artísticas na França, onde também realizou duas exposições e uma curadoria, além de lançar um livro de arte, em francês. Tem participado de salões e exposições como no Salão SARP- Ribeirão Preto - São Paulo, Salão da cidade de Porto Alegre -Porto Alegre – RS, Salão Victor Meireles- Florianópolis – SC, Premiação Salão CELG, Goiânia – GO, CCBB São Paulo, CCBB Rio, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte. Seus trabalhos estão em algumas coleções como, Museu de Arte contemporânea de Goiânia, Secretaria de cultura de Goiás, Goiânia – GO, Cidade de Luneburg - Alemanha, La fraternelle – Saint Cloud – França. Tem feito curadorias no Brasil e exterior.










Nutyelly Cena
@nutyellycena__


Nutyelly Cena, mulher negra nordestina (Codó-Maranhão), atualmente mora em Goiânia-Goiás. É mestranda em Antropologia Social pelo Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Goiás (PPGAS-UFG). Graduada em Museologia pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás (FCS/UFG). Foi Coordenadora Geral da Rede de Educadores em Museus de Goiás sob o tema ‘’Dizer o Indizível sobre as mulheres negras nos museus '' (Gestão 2016/2017). Atuou na equipe de museus e em espaços culturais em Goiás. Integrante dos grupos de estudos e pesquisas Coletivo Rosa Parks e do NuPAA - Núcleo de Práticas Artísticas Autobiográficas. É curadora atuante desde 2016. Faz parte da Rede de Museologia Kilombola e do Levante Nacional Trovoa desde 2019. As curadorias colaborativas negras realizadas em territórios geográficos distintos têm sido tema de suas pesquisas entre os campos antropológicos e museológicos.








Clarissa Diniz @clarissssa_diniz


Clarissa Diniz é curadora, escritora e educadora em arte. Graduada em artes pela UFPE, mestre em história da arte pela UERJ e doutoranda em antropologia pela UFRJ, foi editora da revista Tatuí (revistatatui.com.br). Professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro). Além de alguns livros publicados, tem textos incluídos revistas e coletâneas sobre arte e crítica de arte, a exemplo de Criação e Crítica - Seminários Internacionais Museu da Vale (2009); Artes Visuais – coleção ensaios brasileiros contemporâneos (Funarte, 2017); Arte, censura, liberdade (Cobogó, 2018); Amérique Latine: arts et combats (Artpress, março 2020). Desenvolve curadorias desde 2008 e, entre 2013 e 2018, atuou no Museu de Arte do Rio – MAR, onde realizou projetos como Do Valongo à Favela: imaginário e periferia (cocuradoria com Rafael Cardoso, 2014); Pernambuco Experimental (2014) e Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa, 2017). Em 2019, organizou a mostra À Nordeste (cocuradoria com Bitu Cassundé e Marcelo Campos. Sesc 24 de Maio, São Paulo).